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  • Marcus Leal, M.Partner

Corte de custos: maximizando os resultados




Também é assim na sua empresa ?

Chega uma hora que você pensa que já investiu tudo que podia [e até o que não podia] mas nada deu certo, não é mesmo?


Contrata um novo software, moderno, online, investe em treinamento, capacita a equipe...


Em poucos dias, está tudo como estava antes e, talvez você tenha percebido [sem querer aceitar] que todo o "investimento" foi em vão.


Mas que não era um sistema de gestão... Meu problema é a minha equipe, você pensa. Certo?


Bom vamos lá... O que acontece a partir daqui?



O vai e vem de pessoas na equipe...


Chega a hora de ver que está desempenhando o seu trabalho e quem não está.


O certo é demitir quem não consegue atingir o objetivo, correto?


A resposta é: talvez! e eu vou te dizer o "porquê".


O que cada empreendedor considera valioso em uma equipe ou um determinado funcionário pode variar de uma cultura pra outra.


Ao contrário do que parece, quando se fala em custos, demitir um funcionário pode ter um custo tão grande quanto não demiti-lo, afinal.


Mas como assim?


Primeiro: em que circunstancias esse funcionário causou a sua demissão? São erros recorrentes? Foi algo onde o mesmo sabia o que estava fazendo e mesmo assim decidiu continuar mesmo sabendo que iria prejudicar a empresa?


Segundo: qual é o valor desse funcionário para a sua empresa? Qual é o tempo em que essa pessoa já trabalha na sua empresa? Qual o nível de confiança que você tem nesse colaborador?


Terceiro: qual é o tamanho do dano causado [se é que houve algum]. É algo irreparável? Houve preparação desse colaborador para a execução do cargo/tarefa designado pra ele?


Quarto: qual o custo de demiti-lo? Encargos trabalhistas como férias acumuladas, décimo terceiro salário, multa rescisória, aviso prévio?


Todos esses são elementos que devem ser considerados se, de fato, houve a possibilidade de demissão de um membro da equipe.


Principalmente pelo quarto ponto! Demitir custa e custa extremamente caro no Brasil.



Segundo o jornal Folha online:

Comparando os custos trabalhistas, descobre-se que o trabalhador formal brasileiro recebe apenas R$ 6 de cada R$ 10 que o empregador desembolsa. Em países mais desenvolvidos, esta proporção gira em torno de 70% e, em nações consideradas emergentes, como o Brasil, chega a 89,3% - caso do México. Com custos menores, a economia ganha em competitividade. Um exemplo limite dado por ele: "Imagina o patrão explicar para o empregado: vou te pagar R$ 5 mil, mas você vai receber R$ 3 mil, e, mesmo assim, uma parte só quando for demitido''.